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Uma metodologia social do Instituto Guia Social Recife • Pernambuco   Conheça o Instituto ↗

A metodologia

O Guia Digital transforma o uso da tecnologia em experiências de autonomia, proteção, autoria e oportunidades, a partir da realidade de cada território.

DO ACESSO À AUTONOMIA

Estar online não é o mesmo que estar incluído.

Uma pessoa pode usar o celular todos os dias e ainda precisar de ajuda para acessar serviços, reconhecer golpes, produzir conteúdo ou encontrar oportunidades. O Guia Digital atua nesse intervalo entre estar conectado e conseguir agir com autonomia.

Criada pelo Instituto Guia Social (IGS), a metodologia combina aprendizagem prática, cidadania, proteção digital, produção autoral e acompanhamento. Sua base é comum; os percursos são desenhados para as necessidades de cada público e território.

ACESSO

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PRÁTICA COM SENTIDO

→

AUTONOMIA

01 / IDENTIDADE

Uma metodologia, não um formato único.

O Guia Digital não é um curso isolado. É uma metodologia social que orienta projetos e percursos com objetivos, equipes, públicos e instrumentos próprios. Essa distinção permite adaptar conteúdos sem perder os compromissos essenciais.

Cada aplicação parte de uma pergunta concreta: o que as pessoas precisam conseguir fazer, com segurança e menos dependência, em sua vida cotidiana?

O QUE É FIXO

O compromisso metodológico

Escuta do território, aprendizagem ativa, cidadania, proteção, autoria e avaliação coerente com a realidade das pessoas.

O QUE PODE MUDAR

O desenho da aplicação

Idade, público, linguagem, tecnologia, duração, recursos de acessibilidade e natureza dos produtos desenvolvidos.

02 / O QUE OBSERVAMOS

Seis dimensões. Uma ideia de autonomia.

A aprendizagem é observada em situações práticas. Presença, satisfação e confiança relatada são importantes, mas não substituem a análise do que a pessoa efetivamente consegue realizar.

01 / 06

Autonomia digital

Realizar tarefas digitais relevantes com progressivamente menos ajuda.

02 / 06

Segurança aplicada

Reconhecer riscos e adotar respostas seguras nas interações digitais.

03 / 06

Resolução de problemas

Investigar obstáculos, experimentar caminhos e buscar soluções.

04 / 06

Produção e autoria

Planejar, produzir, revisar e concluir uma entrega própria.

05 / 06

Acesso a oportunidades

Pesquisar, avaliar e acionar possibilidades de formação, serviços e trabalho.

06 / 06

Agência e projeto de vida

Definir objetivos, fazer escolhas e organizar próximos passos concretos.

03 / TEORIA DE MUDANÇA

A mudança não acontece por acaso.

A tecnologia é o meio. Autonomia, proteção, oportunidades e participação são os resultados que orientam cada aplicação.

01 / 05

Ouvir

Conhecer necessidades reais e barreiras de acesso presentes no território.

02 / 05

Praticar

Experimentar, receber devolutivas e rever estratégias.

03 / 05

Criar

Concluir produções com autoria e propósito.

04 / 05

Aplicar

Usar o conhecimento fora do espaço de aprendizagem.

05 / 05

Sustentar

Acompanhar o que permaneceu e o que ainda precisa de apoio.

A sequência expressa a teoria de mudança da metodologia. As atividades e os indicadores concretos são definidos para cada aplicação.

04 / COMO ORGANIZAMOS

O método permanece. O território participa do desenho.

Uma aplicação pode trabalhar produção audiovisual com adolescentes, serviços digitais com pessoas idosas ou ferramentas de comunicação em ações de saúde. O conteúdo técnico responde ao contexto; cidadania e proteção atravessam todo o percurso.

APRENDIZAGEM

Fazer, rever e produzir

Problemas reais orientam atividades práticas, com retorno sobre o que foi feito e espaço para novas tentativas.

CUIDADO

Acessibilidade e proteção

Recursos assistivos, privacidade, direitos e salvaguardas fazem parte do planejamento, não são acessórios.

Mais do que ampliar o acesso, queremos ampliar a capacidade de escolher, criar e participar.

INSTITUTO GUIA SOCIAL · METODOLOGIA GUIA DIGITAL

05 / RESULTADOS

Como sabemos se a aprendizagem fez diferença?

O acompanhamento procura distinguir atividade realizada, conclusão, desempenho observado, aplicação fora do ambiente formativo e continuidade da trajetória. Cada indicador tem fonte, período e limites de interpretação.

Para novas aplicações compatíveis com o desenho técnico v2.0, estão previstos momentos de avaliação antes e depois do percurso e de acompanhamento posterior, conforme a viabilidade e o instrumento aprovado. Essas rotinas não podem ser atribuídas retroativamente a experiências anteriores.

Os instrumentos operacionais, registros individuais e protocolos de proteção permanecem sob gestão restrita do Instituto. O portal publica apenas explicações institucionais e indicadores agregados adequados à divulgação.

PRÓXIMOS CAMINHOS

Um método. Diferentes caminhos.

Conheça como o Guia Digital se adapta a públicos e territórios, preservando sua identidade e seus compromissos de qualidade.